domingo, 28 de fevereiro de 2010

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

DLC para Bioshock 2 a caminho.

Como já parece ser norma na indústria, também Bioshock 2 terá em breve conteúdo descarregável pago para tanto o SinglePlayer e MultiPlayer. A 2K ainda não revelou data de lançamento para estes conteúdos, mas foi amigável o suficiente para nos dar detalhes sobre o primeiro pacote de multiplayer, o "Sinclair Solutions Pack" que vai trazer as seguintes novidades:

- Aumento do nível máximo para 50, com novas recompensas.
- Duas novas personagens jogáveis.
- 20 novos Trials.
- Um terceiro upgrade para todas as armas.
- Novas máscaras

Este pacote vai custar 400MP's e ainda não tem data anunciada.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Análise a "Bioshock 2"





O ano de 2007 foi provavelmente o melhor ano para os videojogos de sempre, com o regresso de clássicos e estreia de novos franchises que hoje representam um marco na indústria. Refiro-me a esse 2007, aquele em que vimos Halo 3, Call of Duty 4, The Orange Box, GRAW 2, PGR4, Mass Effect, Forza 2, Uncharted, God of War II, Super Mario Galaxy, Metroid Prime: Corruption etc... Enumerá-los todos é uma tarefa difícil e todos nós tivemos uma grande razão para adorarmos o ano de 2007, a minha foi um título desenvolvido pela Irrational Games, o fenomenal Bioshock, que se mantém no topo do blog como o jogo com a maior pontuação nas análises. Passado na "utopia-que-deu-tudo-errado" de Rapture, Bioshock apresentava-nos gráficos deliciosos, jogabilidade completa e inovadora e uma banda sonora e som dos melhores já vistos na indústria, mas o que realmente destacava Bioshock do vosso tradicional FPS era, sem margem de dúvida, a sua atmosfera quase palpável que tinha tanto de mágica e impressionante como tensa e grotesca, o seu enredo praticamente perfeito e um elenco de personagens inesquecível, Bioshock é daqueles jogos que nos absorve e cativa toda a nossa atenção. A história de Jack, Atlas e Andrew Ryan é uma que merece ser vivida por todos! Bioshock assume-se como o melhor jogo desta geração e um dos melhores de sempre!
Portanto, é natural que quando a sua sequela foi anunciada à mais de um ano atrás, que as expectativas em torno de Bioshock 2 fossem mais elevadas que o céu, era ainda mais natural que crescesse um grande receio sobre o mesmo, quer seja pela inclusão de Multiplayer (componente essa que falta nenhuma faria ao jogo) ou pelo facto que a antiga produtora não estar envolvida, com uma nova divisão constituída por alguns membros da equipa que desenvolveu o primeiro Bioshock, a 2K Marin, encarregue com este enorme peso. Depois de alguns adiamentos, um dos jogos mais esperados dos últimos tempos está finalmente aqui! Será que valerá a pena metermos o nosso fato de mergulho e descermos novamente a Rapture? SIM, sem dúvida! Consegue, esta sequela ter o mesmo impacto que o primeiro? NÃO... infelizmente não... Mas continua a ser uma sequela digna do seu antecessor e um dos melhores jogos recentes! Vejam porquê na análise seguinte.


"Welcome back, Delta"


Bioshock 2 passa-se 10 anos depois dos eventos do primeiro jogo, Jack, Altas e Ryan já estão há muitos esquecidos, postos de lado para dar a luz um novo elenco de personagens, que apesar de estar muito bom a comparar com os restantes jogos, não consegue superar ou sequer igualar o do primeiro (faltam-lhe grandes personalidades como Ryan, Fontaine ou o grande mestre Cohen). A principal novidade em Bioshock 2 está exactamente no protagonista, já não controlamos um simples humano que descobre Rapture após um acidente de aviação... Agora somos uma das criaturas mais emblemáticas, ferozes e austéras dos últimos tempos, os icónicos Big Daddies! Mas não somos um Big Daddy qualquer... Somos Subject Delta, o primeiro Big Daddy, consequentemente somos mais ágis (mesmo com uma enorme broca no braço esquerdo), versátis (podendo também utilizar Plasmids e diferentes armas) e possuimos algo que nenhum dos outros "grandalhões" têm: liberdade de escolha e pensamentos, alias, o livre arbitrio é um tema recorrente no jogo, quer a nível de enredo como de jogabilidade, sendo este um título mais dinâmico que o antecessor, pormenores mais à frente.
O principal vilão é Sofia Lamb, uma psiquiatra e principal opositora política de Ryan, tendo uma filosofia praticamente oposta a ele, em que acreditava que todos nós temos um dever para com a sociedade e que todos devemos fazer sacríficos para ajudar a comunidade (se querem que vos diga, se lá vivesse, acho que votava mas era no Ryan). Apesar de ser uma personagem complexa e bem imaginada, Sofia Lamb não chega nem aos calcanhares do génio que era a personagem de Andrew Ryan. Mas voltando à sinopse da história: Os primeiros Big Daddies estavam sempre ligados a apenas uma Little Sister, no nosso caso é a pequena Eleonor que foi raptada por Lamb. Após uma divinal introdução QUASE tão boa quanto o começo do original, assumimos controlo do nosso Subject Delta e rapidamente nos encontramos com uma velha personagem, a história está muito bem escrita e é muito boa, o conto deste Big Daddy foca-se na relação de simpatia entre dois dos elementos mais icónicos e sentimentais de Rapture, os Big Daddies e as Little Sisters, não vão encontrar aquela genial e inesperada reviravolta do primeiro jogo, mas é uma viagem que não vão querer perder! Mais não digo acerca da história para não estragar o elemento surpresa...



Bioshock 2 comporta-se bastante com o seu antecessor, com algumas novidades que o tornam ainda mais divertido que o original. Sendo um Big Daddy, podemos empunhar uma enorme broca, que apesar de ser super-divertida de usar, tem às vezes uma grande incoveniência, o combustível, que se gasta irritantemente depressa, causando alguns solavancos na jogabilidade. Também podemos, em diversas situações, sair para fora de Rapture e explorar o fundo do oceano, estas secções assumem-se como os momentos mais lindos e espetaculares do ponto de vista visual, onde podemos ver a enorme cidade de Rapture de fora e até avistar lugares icónicos como Fort Frolic, estas secções actuam como um descanso do combate frenético e intensiva exploração dentro das paredes húmidas de Rapture, estando totalmente privadas de qualquer personagem hostil. Um excelente pormenor que contribui ainda mais para a excelente atmosfera imposta neste segundo episódio.
Mas todos nós sabemos que o "coração" da jogabilidade de Bioshock são os Plasmids, "poderes" genéticos que necessitam de EVE para funcionarem, são variados e vão desde enormes jactos de fogo até grandes enxames de abelhas. O vosso principal Plasmid, como no primeiro jogo é Electro Bolt, com este poder vão poder mandar raios da vossa mão para poderem atordoar inimigos e subsquentemente dar-lhes com a broca no focinho, paralizar máquinas e abrir portas. Os Plasmids agora estão muito mais dinâmicos e são tão divertidos de usar como foram no primeiro jogo, agora os Plasmids vão ganhando novas funções à medida que gastam ADAM neles, como por exemplo, no clássico Incinerate, no nível 2 podem deixar o LT carregado para uma explosão de fogo e no nível três deixem o gatilho carregado para lançarem um jacto contínuo de fogo! Diversão inegável! Têm ainda mais combinações como o Cyclone Trap 2, que nos permite adicionar electricidade, gelo, fogo e até as abelhas aos pequenos remoinhos ou Telekinesis 3, onde podemos agarrar nos Splicers ainda vivos! Se só por si já são divertidos então quando juntamos o uso das armas (que agora podem ser utilizadas em simultâneo, em dual-wield), o combate de Bioshock 2 torna-se altamente táctico, dinâmico e frenético, esta componente é sem dúvida a mais melhorada, estando muito mais fluído e divertido ao invés do às vezes caótico e confuso combate do primeiro, a adicionar o arsenal já existente, temos os clássicos Bots de segurança, torres e camâras de vigilância que agora podem ser "hackadas" com um novo método que veio substituir o mini-jogo de tubos do primeiro, agora temos uma hacking tool munida de dardos especiais para hackarmos à distância e em tempo real, se conseguirmos acertar nas zonas azuis recebemos um bónus como dano extra ou um brinde no caso da vending machines, a camâra de pesquisa também recebeu um upgrade, sendo agora uma camâra de vídeo ao invès de uma máquina fotográfica que nos deixa combater e pesquisar em tempo real. A marcar de novo presença estão os Tonics, poderes passivos que nos dão abilidades especiais, estes surgem em maior quantidade e graças ao aumento do número de espaços, temos ainda mais liberdade para a personalização do nosso personagem.



Mas o preço destes espetaculares poderes é a substância genética, que como se devem lembrar no primeiro jogo, causou a queda de Rapture, estou a referir-me, obviamente ao ADAM, que apenas podemos encontrar nas Little Sisters. Tal como no primeiro jogo, antes de interagirmos com as meninas, temos primeiro de matar o "Papá", o enorme Big Daddy que as protege, esta tarefa surge aqui mais táctica e controlada que no primeiro jogo, devido às melhorias no combate e ao facto de sermos também um Big Daddy. Depois de acabarmos com o guarda-costas, vamos ter duas opções: "Harvest (ganhamos uma maior quantidade de ADAM, mas matamos a menina) ou "Adopt" (aqui levamos a menina ao ombro e temos a obrigação de a proteger contra numerosas vagas de Splicers enquanto esta recolhe o ADAM dos "anjinhos" directamente para nós) À porta das condutas temos a hipotese de as Salvar ou fazermos Harvest. Lamb não gosta que andêmos a recolher ADAM nem um bocado e para nos impedir, manda as letais Big Sisters atrás de nós, estas aparecem após termos lidado com três pequenas e assumem-se como os inimigos mais ferozes e letais do jogo, dotadas de uma agilidade impressionante, uso de Plasmids como Incinerate e Telekinesis, os duelos com estas adversárias são extremamente exaustivos e desafiantes, são de longe, os inimigos com mais "garra" ao longo das cerca de 15 horas de jogo, utilizando o cenário de forma impressionante, agarrando-se a postes, passando por condutas e atirando objectos circundantes contra nós, não queiram enfrentar-las com pouco dinheiro e recursos, vão encravar. A juntar-se às novas caras que vamos enfrentar a evolução dos antigos Splicers, que surgem aqui mais resistentes (e feios), os novos Brute Splicers (pensem num pequeno Hulk a partir e a atirar tudo o que vê à frente) e um novo tipo de Big Daddy, o Rumbler, munido de um Rocket Launcher e Mini-Torres automáticas.
Apesar dos novos melhoramentos e novidades, Bioshock 2 assume-se como uma experiência idêntica ao primeiro, mas que ainda consegue entreter bastante, estando de maneira nenhuma datada, sem perder o seu encanto. Para os veteranos, recomendo que passem logo para a dificuldade "Hard" para obterem um desafio maior.



Em termos de apresentação, Bioshock 2 é delicioso, o estilo art deco dos anos 50 volta de novo mas desta vez, devido ao passar dos anos, Rapture é um lugar mais escuro, podre e sujo, as algas e estranhas plantas marinhas agarram-se aos corredores de tubos dando a sensação de aquário sujo com aqueles tons esverdeados, é raro o lugar onde não haja uma fuga de água ou a pingar, Rapture já viu melhores dias, mas existe algo neste ambiente podre e degradado que me agrada... Tudo é estranhamente lindo, criando uma atmosfera absorvente que tornou o primeiro tão bom.... Continua a ser uma delícia a procura pelos audio diaries que nos contam histórias paralelas de outros cidadãos de Rapture, mas muita atmosfera tensa e arrepiante já se foi embora... já não vão ter aquele arrepio quando virem a sombra de um splicer na parede de um corredor escuro, Rapture já não vai parecer tão impressionante quanto antes... Aquele cheiro a novo já não está lá... E é isso o principal e inevitável defeito desta sequela, a experiência já não é a mesma... Está tudo lá, mas já não nos apanha completamente, já estamos habituados, mas foi um grande esforço por parte da 2K Marin e dou-lhes os meus sinceros parabéns pelo seu trabalho nesta sequela. O som é que continua no topo com um dos melhores de sempre, o voice-acting é sólido, credível e muito bom, os gritos e lamúrias dos Splicers, apesar de já não terem o mesmo arrepiante efeito, estão muito bons, os grunhidos e gritos de guerra dos Big Daddies continuam inconfundíveis e imediatamente reconhecíveis, as falas das Little Sisters ainda têm tanto de sinistro como inocente e os barulhos de aviso das Big Sisters vão-vos causar receio sempre que os ouvirem, tudo isto é aliado a uma banda sonora de luxo que tal, como o primeiro, está sempre de acordo com a situação e cenário.



Vamos agora abordar a componente que mais tinta fez escorrer durante o desenvolvimento do jogo, o Multiplayer. Desenvolvido pela Digital Extremes enquanto a 2K Marin trabalhava no Single-Player, "Fall of Rapture" (como é denominado) é uma vertente Multiplayer um bocado diferente do vosso FPS online normal, passada durante a Guerra Civil entre Frank Fointane e Andrew Ryan (que levou à subsequente queda da cidade de Rapture), vocês são uma das várias personagens à escolha que se alistaram no programa de testes de Sinclair Solutions, que vos lança para o meio da guerra civil para testarem os novos productos de Plasmids e Tonics no campo de batalha. Terão 6 modos distintos: Civil War (o vosso Team Deathmatch), Survival of the Fittest (Free-for-All), Capture the Sister (Uma espécie de CTF, mas com as meninas), Turf Wars (espécie de King of The Hill), ADAM Grab e Team ADAM Grab (onde terão de ter em posse durante o máximo de tempo possível a Little Sister individualmente e em equipa, respectivamente) e Last Splicer Standing (Um modo Deathmatch por equipas em que não existem Respawns) que se passaram ao longo de inúmeros mapas, que são nada mais nada menos que muitas das localizações do primeiro jogo como o Farmer's Market ou Kashmir Restaurant. No fim de cada partida vão receber ADAM, que age com a experiência no jogo, à medida que evoluiem de rank (máximo 40), vão desbloqueando armas (e upgrades para as mesmas), Plasmids e Tonics para equiparem na vossa personagem num total de duas armas e um upgrade para cada, dois Plasmids e três Tonics, apesar de funcionar de maneira semelhante, Fall of Rapture não chega ao mesmo nível de profundidade de, por exemplo, Modern Warfare 2, mas assume-se como uma excelente maneira de passar o tempo, é altamente divertido e frenético e totalmente à prova de campers! Até têm um fato de Big Daddy escondido a cada mapa para darem uma grande abada aos vossos adversários! Resta dizer que, apesar de falta nenhuma fazer a Bioshock 2, Fall of Rapture acabou por ser uma boa adição ao jogo, nem falta sequer uma narrativa sobre a guerra civil, com os ranks a desbloquear também Audio Diaries dos combatentes! E aparentemente, há bolo para quem chegar ao Rank 40...


Comentários finais:


Bioshock 2 assume-se com um dos melhores jogos recentes e um grande começo para o ínicio de mais um grande ano para os vídeo-jogos, não consegue equiparar-se ao primeiro simplesmente por ser uma sequela do mesmo, mas o resultado é um jogo brilhante em todos os aspectos que todos os gamers vão gostar, os fãs do original não podem passar sem este e quem ainda não tem o primeiro (deviam mas era ter vergonha na cara...) é mais aconselhável que o arranjem antes de se aventurarem por Rapture nas botas de Subject Delta.

GRÁFICOS - 9.4: O primeiro ainda hoje impressiona! A nova "roupagem" de Rapture e o estilo artístico genial fazem deste um dos jogos mais bonitos da nova geração, mas o primeiro impressionou mais...

SOM - 9.7: Um dos pontos mais fortes do jogo, a qualidade sonora deste jogo é inegável, não leva nota máxima devido ao facto de já não conseguir provocar aquele sentimento de ansiedade.

JOGABILIDADE - 9.4: Os elementos que conhecemos e adoramos em Bioshock voltam aqui mais refinados, Bioshock joga-se até melhor que o seu antecessor, sendo esta, a principal melhoria. Multiplayer divertido.

LONGEVIDADE - 9.2: Têm 6 finais diferentes para uma campanha que certamente quererão repetir. O Multiplayer adicionará mais algumas horas.

HISTÓRIA - 9.3: Muito boa a comparar com as restantes ofertas, mas inferior quando a comparamos ao Bioshock original.

VÍDEO ANÁLISE


NOTA: 94%

(obrigatório)


Detalhes do jogo

NOME:
Bioshock 2
PRODUTORA: 2K Marin/Digital Extremes (MP apenas)
EDITORA: 2K Games
GÉNERO: FPS
DATA DE LANÇAMENTO: 9 de Fevereiro, 2010
PLATAFORMAS: Xbox 360, PS3, PC
MODOS: Single-Player, Online Multiplayer (1o jogadores)

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Target - A primeira machinima em Português?


  Será que somos os primeiros?
Pelo menos somos pioneiros, de certeza!

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Antevisão de Metal Gear Solid: Peace Walker






A expressão Tactical Espionage Action foi ouvida pela primeira vez em 1987, quando foi lançado o jogo Metal Gear da Kojima Productions, para o MX2, que, hoje em dia, é um dos jogos mais famosos, juntamente com Sonic, Mario, Megaman e Final Fantasy. Depois do sucesso de Metal Gear, surgiram várias sequelas.
Metal Gear Solid: Peace Walker é uma dessas sequelas.
Metal Gear Solid: Peace Walker é o novo jogo da saga Metal Gear e é exclusivo para a PSP. Porém, não tem menor importância por ser para uma consola "inferior", pelo que Hideo Kojima diz que poderia muito bem ser um Metal Gear Solid 5. Kojima diz que lança este jogo para a PSP pois quer que os jogadores possam levar este novo Metal Gear Solid para onde quer que vão.

Eu vou fazer esta antevisão com base em notícias, videos, imagens e o demo disponibilizado na Playstation Store.

Eis o trailer mostrado na E3 (legendado em português do Brasil):
video

História
Estamos em 1974, 10 anos depois de Metal Gear Solid 3: Snake Eather e vestimos na pele de Big Boss (Naked Snake). Um exército (provavelmente dos EUA, pois estão incluídos agentes da C.I.A.) invade Costa Rica, que não tem exercito nem qualquer força militar (devido à constituição da paz). Então, esta nação recorre aos Militaires sans Frontieres, um exercito sem uma nação, a qual pertence Big Boss e todos os outros Snakes. Entretanto decorrem acontecimentos que nos fazem pensar no que é a verdadeira paz e o que é necessário para ela existir.
As partes da história são mostradas em cartoon.

Gráficos
Não são nada de outro mundo, mas se olharmos que é de uma consola portátil, vemos que estão bastante bons. Atrevo-me a dizer que estes são os melhores gráficos um jogo que a PSP já viu.

Jogabilidade
A jogabilidade está muito boa e a Kojima conseguiu lidar com a falta de botões e de um nalógico, usando o X, quadrado, círculo e triângulo para mover a câmara. Claro que existem movimentos que não podemos executar, mas nada de muito grave (mas isso já são "problemas" da consola). Sabemos também que poderemos equipar o Snake como bem entender-mos, desde armas, itens e o nosso fato, podendo adaptar o Big Boss ao nosso estilo de jogo.

Inteligência Artificial (I.A.)
Está boa, à excepção de:
- os inimigos "verem pouco", ou seja, se não tiverem sido contactados para estarem alerta devido a um intruso, não vêm nada que esteja 10 metros a sua frente;
- quando agarramos um inimigo por trás, ele simplesmente não reage nem oferece resistência, deixando-nos fazê-los perder a consciência sem dar luta;
- por vezes, quando estamos a usar a famosa caixa de cartão do Snake e o inimigo a vê, parece que já sabe que estamos lá dentro. Sei que uma grande caixa cor-de-rosa que apareceu por acaso chama a atenção, mas se a deixamos num sítio (sem estarmos dentro dela), o inimigo passa por ela como se não fosse nada, pelo que não pode ser usada como distracção (e devia).

Som
As vozes estão muito bem feitas (não podemos ver se coincidem com os movimentos da boca dos personagens pois, muitos deles, usam uma máscara), conseguindo perceber se o inimigo está confuso, furioso, etc.
A banda sonora também é boa, dando a ideia que estamos na selva, ou numa base inimiga, etc. e muda com os diferentes graus de alerta inimigo, sendo mais ou menos agitada.


Outro ponto forte do jogo é o co-op. Exactamente, poderemos realizar as missões com os nossos amigos até 4 jogadores em certas missões. Mas sobre o co-op não escrevo mais pois este vídeo mostra bem de que estou a falar:
video

Resumindo: espero grandes coisas deste jogo, apesar de não ser tão bom como MGS 4, mas devido à consola. Espero também que alguns dos erros de I.A. sejam corrigidos até 27 de Maio de 2010, data de lançamento. Entretanto, aconselho a jogarem o demo, que tem quatro níveis com objectivos distintos, dos quais nunca me canso de jogar.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Alan Wake Launch Trailer

Aqui está o trailer de lançamento do tão aguardado, Alan Wake. Sem mais demoras, o vídeo:

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

"We just keep on growing!"

WTF Generation é um blog versátil e muito respeitado pela imprensa, todos nós sabemos disso. Sucesso, esse deve-se aos seus membros que trabalham arduamente para vos deixar à espera da nossa suposta cerimónia de entrega de prémios (acreditem... em 2011 verão tudo completo!). Mas nós não nos contentamos só com este prestigio... Queremos dar mais e melhor aos nossos leitores e foi por isso que fomos à rua e perguntámos a um tipo qualquer se queria fazer parte da nossa expansão... Se queria ser mais um ou um WTF Generation...
Dêem as boas-vindas a Luís Teixeira! Como nós, tem passatempos interessantes e jeito para a escrita, tem 13 anos e irá especializar-se em PSP e futuramente PS3. Esperemos que gostes da equipa e desejamos-te sorte!! ; )

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Análise a "Forza Motorsport 3"





Durante muito tempo a expressão "simulador de automóveis" tem estado associada a um jogo: "Gran Turismo" da Poliphony Digital. Desde a sua estreia na Playstation original, a série GT esteve sempre à frente nas escolhas da crítica e do consumidor, quer pela sua jogabilidade realista e gratificante e grafismo de ponta. A Microsoft, com a sua consola Xbox, precisava de um jogo à altura, a série PGR não chegava... E foi então que em 2005, enquanto se jogava GT4 na Playstation 2, a Turn 10 Studios lançou a sua obra, Forza Motorsport, com inovações de jogabilidade e assistências, gráficos alucinantes e som de alta qualidade, era isto que os jogadores da Xbox estavam à espera, um simulador puro, considerado por muitos, como superior ao "rei" Gran Turismo.

A glória continuou na nova geração, em 2007 com FM2 na Xbox 360, onde uma enorme comunidade de "tuners", "racers" e "designers" nasceu através da magia do XBL. E foi na E3 de 2009 que a Turn 10 anunciou a terceira entrada nesta prestigiada série de corridas, Forza Motorsport 3, com novas funcionalidades online, um impressionante motor de física e bólides hiper detalhados, era impossível não ficar impressionado com este jogo. Sempre fui um grande adepto à série GT, tendo um carinho especial pela série, no entanto, ao ter apostado na consola da Microsoft na actual geração, decidi experimentar o seu maior rival e o meu único arrependimento: Não o ter descoberto mais cedo! Forza Motorsport 3 é, sem margem de dúvidas, o melhor jogo de corridas automóvel desta geração, com uma condução extremamente realista e gratificante, funcionalidades online dinâmicas e inovadoras e uma dedicação enorme ao tema do automobilismo, nota-se mesmo que FM3 foi desenvolvido por amantes de carros para amantes de carros...

"Bem-vindos a Forza Motorsport 3, onde os sonhos são conduzidos".

O modo principal de FM3 é "Season Play", um modo carreira que se estende ao longo de seis anos, onde competiremos em 200 eventos, que conferem ao jogo uma longevidade enorme e que compreendem entre carros pequenos, em pequenas pistas, até potentíssimos carros de alta performance em pistas como a consagrada 24 de Le Mans. Este modo é duradouro com cada ano a tornar-se cada vez mais longo e os eventos mais puxados e competitivos. No fim de cada corrida receberemos experiência (XP), que acumulará ao longo de 50 níveis do piloto e 5 por cada carro, dando como recompensa, novos carros entregues à nossa garagem e descontos nas peças da respectiva marca do carro, e créditos (CR), a moeda do jogo, que podemos utilizar para adquirir novos bólides e "upgrades" para os carros já existentes na nossa garagem, que podem compreender entre 400 carros diferentes, de mais de 30 marcas mundialmente conhecidas como Porsche, Audi, Ferrari, BMW ou Masaretti, para enumerar apenas alguns.

A quantidade de CR e XP vai depender das ajudas que tenhamos ligadas, o que nos leva à acessibilidade que a Turn 10 nos quis oferecer para o seu novo jogo, temos inúmeras ajudas que vão desde a clássica linha de ajuda até ao Auto Brake, que trava pelo jogador, quanto menos ajudas tivermos mais créditos ganharemos, o que torna FM3, o simulador mais amigável de sempre, havendo sempre uma experiência perfeita para qualquer jogador, muitos podem achar esta acessibilidade má, mas eu considero isto como um grande mais, capaz de trazer muitos jogadores receosos até a este género de jogo. Se quiserem uma experiência mais casual ou quiserem experimentar os carros dos vossos sonhos ao longo de cerca de 100 circuitos, dirijam-se ao modo Free Play e divirtam-se. Terão também um modo online, onde poderão desafiar todo o mundo através do XBL nas mais diversas provas como Drag, Circuit ou Drift.

Mas se pensam que FM3 é só correr, desenganem-se! Terão também um complexo editor de pinturas para os vossos carros, casa dos maiores artistas da comunidade Forza e opções variadas para os vossos Tune Setups. Tudo isto pode ser posto à venda por créditos no jogo na vossa Storefront, uma loja online onde podem postar as vossas fotos, replays, tunes e designs e tornarem-se uma lenda viva na comunidade Forza! Também têm uma Auction House onde podem leiloar os vossos automóveis. Esta componente online está muito bem conseguida e aproxima ainda mais a comunidade Forza, criando uma experiência de jogo rica e dinâmica dentro do género de corridas.
No ponto de vista técnico, Forza 3 é uma espada de dois gumes, digo isto porque apesar de os bólides estarem extremamente realista e o som dos motores nunca pareceu tão credível, a visão de cockpit e os ambientes circundantes pecam pela falta de vida e detalhe... Num jogo de corridas, compreende-se que as paisagens não sejam o foco da produtora, mas era sempre mais agradável vermos um pouco mais de brilho nessas secções. Outro defeito que encontrei no ponto de vista técnico é o sistema de danos que apesar de estar excelente em termos físicos, peca na parte cosmética, onde um choque frontal a 266 Km/h apenas risca a pintura do carro, isto é inaceitável na altura onde jogos como DiRT 2 ou GrID "arrancam" as peças para fora num espectáculo visual estimulante, se FM3 tivesse tal sistema de danos, seria talvez o melhor jogo de carros de sempre!
Forza Motorsport 3 assume-se como o jogo de corridas definitivo desta geração, com um motor de física impressionante, condução realista e viciante e uma grande experiência online, este jogo até me deu mais vício que Modern Warfare 2!! Aconselho a todos os possuidores de uma 360 e amantes de carros, os que não têm uma 360 e estão fartos de esperar por GT devem dar uma olhadela.


  • Condução gratificante e mais realista de sempre
  • Longevidade
  • Boas ideias em termos sociais
  • Um jogo feito para os verdadeiros amantes de carros
  • Acessível
  • O melhor simulador de todos os tempos

  • Alguma falta de polimento nas paisagens
  • Parte cosmética do sistema de danos


Veredicto final:

GRAFISMO: 80 

 - Podia estar muito mais polido, destaque para o detalhe posto nos carros.

SOM: 90
 - A banda sonora é agradável, mas o som dos motores é a verdadeira música!

JOGABILIDADE: 98 
- A melhor condução de todos os tempos! Viciante e acessível. A Storefront é incrível!

LONGEVIDADE: 100
Estão a gozar?? 200 eventos, Storefront e corridas online, há que chegue até ao Forza 6!



Nota: 95%


DETALHES DO JOGO:

NOME: Forza Motorsport 3
PRODUTORA: Turn 10
EDITORA: Microsoft Game Studios
GÉNERO: Simulação
DATA DE LANÇAMENTO: 23 de Outubro, 2009
CLASSIFICAÇÃO: 3+

Nota: Esta análise foi feita com a Special Edition




domingo, 7 de fevereiro de 2010

"Plastic Beach" - O novo álbum de Gorillaz anunciado!

Foi recentemente anunciado o terceiro álbum de originais da banda virtual inglesa Gorillaz, "Plastic Beach", agendado para 8 de Março de 2010 na Europa será o mais recente sinal de vida da banda desde "D-Sides" de 2007 e o primeiro albúm de originais em cinco anos, sendo o último, o excelente "Demon Days" de 2005. "Plastic Beach" terá grandes nomes da música envolvidos como De La Soul, Lou Reed, Mos Def ou Snoop Dogg. O primeiro single, "Stylo" já está disponível para download na iTunes Store desde 26 de Janeiro e podem ouvi-lo no site oficial da banda (cliquem no banner da página principal para o link). Gorillaz são uma das minhas bandas favoritas pelo o que a antecipação é enorme! Esperem muito em breve a respectiva avaliação no blog do costume.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Teaser de Fallout: New Vegas

Anunciado em Abril do ano passado, New Vegas tem estado relativamente escondido... Até hoje, onde foi revelado o seu teaser que mostra, tal como esperado, a cidade de New Vegas, o mais provável cenário de fundo da nova entrada na lendária legacia de RPG pós-apocalíptico. O aspecto do teaser está fenomenal, muito ao nível do teaser de Fallout 3, lembramos também que New Vegas será a sequela a um dos melhores jogos da actual geração, sendo a expectativa muito elevada e sairá no Outono de 2010. Fiquem com o teaser... e lembrem-se: War... War never changes...


quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Crítica do filme "Moon"






Realização - Duncan Jones

Género - Ficção Científica/Thriller




A Lua... quem diria que no futuro seria ela a acabar com todos os problemas de recursos energéticos e trazer paz e alegria ao mundo... Ou pelo menos é assim na realidade de "Moon", um curioso filme de ficção científica muito diferente do que estamos habituados com "Star Wars", "Star Trek", "Aliens" ou "District 9" que conta com Sam Rockwell como protagonista. Depois ter o petróleo finalmente ter acabado, o ser humano descobriu outro recurso mais abundante e quase ilimitado, Helium 3 (ou H3), superfície da Lua aquecida pela Terra capaz de produzir energia. Sam Bell é um operário com um contracto de três anos na Lua, onde vive completamente só enquanto trabalha como coleccionador de Helium 3, acompanhado apenas por um ajudante robótico, GERTY (com a voz de Kevin Spacey), que se tornou, para mim, um dos melhores robôs no cinema. Como podem imaginar, o cenário é extremamente deprimente: viver num enorme rochedo sozinho durante três anos, sem ver a esposa e testemunhar o crescimento da filha... Acontece que a duas semanas de acabar o contracto, Sam sofre uma profunda depressão, tem um acidente e acorda na sala médica com uma sensação que algo está errado... Acaba, então por descobrir algo muito, muito obscuro! Vou evitar ao máximo dizer o que é para conservar o elemento surpresa, apenas digo que a Tagline do poster tem razão: ( 950.000 miles away from home, the hardest thing to face... is yourself).
Moon é um filme brilhante, original e com muito sentimento, não é o vosso filme de Sci-Fi comum, com muitas explosões e aliens, é muito mais sóbrio, misterioso e profundo. O enredo é excelente, muito bem construído que quase nos transmite o ambiente deprimido da primeira metade. Sam Rockwell esteve muito bem como... herr... Sam e como já referi acima, GERTY, é uma personagem robótica brilhante, que demonstra as suas emoções através de um smiley que nos dão uma sensação muito humana apesar da sua voz monocórdica.
Não existe muito a dizer sobre este filme, visto que é do mais simples que há. Não existem grandes cenas de pancadaria ou explosões, mas aqui a simplicidade é o seu maior trunfo, conseguimos simpatizar com o protagonista e querer saber o que vai dizer ou fazer a seguir, importamos-nos com o seu futuro e com o que sente, eu próprio até senti pena do protagonista e da sua solidão extrema. Não um filme para uma plateia generalizada, mas se gostam de um filme calmo, profundo e envolvente, vão gostar deste.


Nota: 8.4/10



Lauch Trailer de Bioshock 2

Foi lançado hoje o trailer de lançamento de um dos jogos mais esperados recentemente, Bioshock 2. Bioshock 2 é a sequela do FPS de 2007, Bioshock, que, só para vos lembrar, é actualmente um dos jogos mais aclamados desta geração. Mal podemos esperar por emergir pela segunda vez a Rapture e salvar/matar muitas Little Sisters, explorar a cidade mais misteriosa e linda dos videojogos e defrontar a perigosa Big Sister.
Bioshock 2 sai a 9 de Fevereiro ( esta Terça-Feira) para Xbox 360, PS3 e PC e para além da campanha principal incluirá um perigoso modo online intitulado de "Fall of Rapture". Fiquem com o impressionante trailer: