quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Fable II no LIVE!




Pois é amigos, ainda não experimentaram o excelente RPG da Lionhead, Fable II? Agora vão! A Lionhead pôs hoje no LIVE Marketplace, na secção Games on Demand Fable II! Mas esperem, há mais! Fable II será distribuido em cinco capítulos que ficarão disponíveis gradualmente, e como a Lionhead pensa sempre nos gamers, o primeiro episódio deste brilhante RPG será grátis! Então? Ainda estão aqui? Toca a sacar!

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Crítica do filme "Final Fantasy: Advent Children"




Metacritic - 88/100 (apenas tinham a versão UMD)

Realização - Tetsuya Nomura e Takeshi Nozue

Género - Anime/Animação/Acção

Final Fantasy VII, sem dúvida, o RPG mais celebrado de sempre, a sua história, o seu universo, a sua magia moveu pessoas por todo o mundo e é considerado por muitos como o melhor RPG de todos os tempos. Ainda me lembro da minha infância e jogar FFVII quando tinha uns 9 anos na PSone, nenhum FF dessa consola me tocou como VII, a história impressionante, a jogabilidade envolvente, simplesmente MÁGICO! O universo de Final Fantasy já foi explorado várias vezes em jogos como Before Crisis: FFVII, o novo Crisis Core para PSP (uma prequela) e este maravilhoso filme de 2005. Foi uma experiência maravilhosa para um enorme fã como eu, poder rever Cloud, Sephiroth, Barret, Tifa e companhia remasterizados com o poder do HD, num novo filme que conta o que aconteceu depois da marcante aventura original, fiquem com a sinopse:
Advent Children passa-se alguns anos depois de Cloud e companhia terem derrotado Sephiroth. Uma misteriosa doença chamada "Geostigma" aparece do nada, juntamente com um misterioso gang que busca a "Mãe", cabe a Cloud e companhia descobrirem o que se passa (digo Cloud e companhia, mas o filme foca-se mais em Cloud e na sua viagem interior, o bando serve apenas de personagens secundárias), o enredo está muito bem construído, quem está familiarizado com VII vai certamente reconhecer muitos locais e temas da banda sonora. Mas apesar de estar muito bom, o enredo torna-se num labirinto sem saída para quem não jogou o jogo original (shame on you!), muitas referências não são explicadas e o enredo ficará muito confuso para esse público, se são fã de VII, vão adorar esta nova história, que apesar de não ser necessariamente "super-épica" está muito boa.
Visualmente, Advent Children está excelente, os detalhes e animações são soberbos, basicamente parece um filme verdadeiro, mas está animado, o som também está bom, apesar de achar que os actores podiam prestar um pouco mais de convicção nas suas falas, banda sonora é muito boa, utiliza temas originais e "remixes" de faixas clássicas do jogo que qualquer ouvido mais atento detecta. Este filme trouxe-me uma certa nostalgia ao ver grandes personagens como Cloud ou Vincent numa nova aventura e ouvir as "velhas " mas sempre familiares músicas do jogo, era capaz largar a Xbox e o Halo e de pegar no jogo outra vez se não o tivesse emprestado, este é sem dúvida um filme feito a pensar nos fãs, que me deixou verdadeiramente emocionado.
Advent Children, como referi em cima é um filme que nenhum, repito, NENHUM fã de Final Fantasy pode perder, não é tão encantador como o jogo em que se baseia mas é sem dúvida um grande filme de animação, onde Cloud, Barret, Tifa, Vince ou Sephiroth se voltam a encontrar para uma aventura de proporções, até agora, só possíveis nos nossos sonhos, unmissable!


Nota: 7/10

sábado, 26 de setembro de 2009

Crítica do filme "Planet Terror"




Metacritic - 77/100 (Grindhouse)

Realização - Robert Rodriguez

Género - Terror/Acção




Planet Terror faz parte do "double-feature" Grindhouse, um conjunto de dois filmes que resultaram na colaboração de Robert Rodriguez e Quentin Tarantino. O segmento de Rodriguez é uma (excelente) homenagem aos filmes de terror e zombies dos anos 70 série B onde nem sequer faltam os tradicionais cortes e manchas e "estalos" próprios desses filmes, para muitos pode ser irritante mas a verdade é que este "look" confere ao filme outra atmosfera, com mais vida e sentimento, a sinopse já é previsível: Numa cidade desconhecida onde nunca é dia, uma misteriosa doença provocada por um gás misterioso que transforma todas as pessoas em criaturas selvagens e horrendas parecidas a zombies, um grupo de sobreviventes tenta fugir desta ameaça.
No entanto, as personagens, que vão desde uma "go-go dancer" que perde a sua perna num ataque zombie, até a um dono do restaurante que vai até ao fim a sua vida a tentar criar o molho de churrasco perfeito (Bruce Willis também faz um pequeno papel) são bastante profundas e divertidas. Os actores são bastante competentes, principalmente Freddy Rodriguez, o protagonista (o estilo de personagem de atirador certeiro assenta-lhe muito bem). O enredo, apesar de seguir os "clichés" de filmes de zombies, está muito bem escrito, oferece momentos de alguma tensão e é, em algumas partes, bastante engraçado e o pormernor da "MISSING REEL" é um golpe de génio! Toda a atmosfera do filme, do princípio ao fim, desde a "péssima" qualidade do vídeo e tons esverdeados mórbidos, nunca perde aquela sensação de filme de zombies.
Planet Terror é capaz de ser um dos melhores filmes de terror que já vi, não é necessariamente assustador, é extremamente violento, tem um estilo visual simplesmente soberbo (é irónico, visto que a qualidade do filme é PÉSSIMA, apesar de percebermos bem o que se passa), algumas vezes é engraçado, muito original e cheio de pormenores que lhe conferem um estatuto de culto. Um filme a não perder se gostam de zombies e acção over-the-top (não recomendado a pessoas facilmente chocadas ou HD freaks).




Nota: 8.6/10

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Crítica do filme "District 9"


IMDb - 8.5/10


Realização - Neill Blomkamp

Género - Acção/Sci- Fi/Thriller



Quando estava a "passear" pela IGN, vi a crítica a um filme que nunca ouvi falar chamado "District 9", que recebeu uma choruda classificação de 5 estrelas, sim, 5/5, fiquei impressionado, procurei o trailer e apenas me foi disponibilizado um teaser muito pouco revelador, mais tarde no mesmo site (IGN), District 9 apareceu na Spotlight, ganhando imensos prémios, incluindo "Melhor Criatura", "Melhor Héroi" e... "Melhor Filme de Verão"! Depois disto tinha de ver o filme, mas ainda não estava em Portugal. E devo dizer: Não é o fenómeno que a IGN diz, mas está lá perto, muito perto. Fiquem com a sinopse:

Em 1981, uma nave espacial aparece do nada e pára no ar da África do Sul, os humanos, após averiguarem o interior, encontram uma estranha raça de extraterrestres bípede, perdidos e muito confusos, estes estranhos "visitantes" apelidados de "Prawns" (enormers gafanhotos típicos da região), passam a conviver com a raça humana, morando num sector "Só para extraterrestres", denominado de District 9, até que a sua nave esteja de novo operacional. Mas os anos foram passando e as coisas continuaram na mesma, eventualmente o caos instalou-se com raça humana a começar a rejeitar os inofensivos aliens, que ao longo dos anos, foram aprendendo a natureza humana, ou seja, começaram a responder e a utilizar a sua tecnologia (anos luz à frente da nossa), contra os humanos, criando conflitos extremamente violentos, que tornaram District 9 num bairro da lata altamente perigoso controlado por gangs de humanos e Prawns. Vinte anos depois da nave aparecer, com medo que isto evoluisse para uma guerra civil, a MNU (a segunda companhia mais poderosa do mundo) iniciou um plano de deslocação dos Prawns para acampamentos distantes dos humanos, pondo à frente do projecto, o protagonista Wikus van de Merwe, esta será uma intervenção perigosa, visto que District 9 não recebeu uma visita de outros humanos à muito tempo. A temática deste conflito entre os Prawns e humanos está bem disfarçada, mas depois de algum tempo, qualquer um associa esta situação a um pesado relato ao racismo (os aliens são uma metáfora, que na vida real corresponderiam aos conflitos entre negros e brancos nos países africanos.), o enredo é excelente, espectaculares elementos Sci-Fi e lá mais para a frente haverão muitas surpresas e momentos emotivos que ninguém quererá perder. Um pormenor que para mim me marcou, foi o facto de a primeira parte ser apresentada como um documentário de TV, os actores representam excelentemente bem e o filme é extremamente credível, talvez dos mais credíveis de sempre. Acho que se por acaso isso acontecesse na realidade, era assim que nós iriamos lidar com esta situação.
Este é talvez o melhor filme Sci-Fi que já vi na minha vida, o design dos Prawns é simplesmente fenomenal, os efeitos especiais estão muito conseguidos e os sons envolventes. Um filme que tive pena de não ter visto no cinema, District 9 é filme que nenhum fã de ficção-ciêntifica deve perder e mesmo que não sejam admiradores do género, é um bom filme para verem!


Nota: 8.8/10




segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Crítica do filme "Die Hard 2 - Die Harder"



"The lead in your ass or the shit in your brains?"

IMDb - 7/10

Metacritic - N/A (WTF?!)

Realização - Renny Harlin

Género - Thriller | Acção | Crime

Die Harder?! Die Harder nada!
Como devem ter reparado em cima, o primeiro género deste Die Hard é Thriller... e não acção!

De facto, fiquei desapontado, não por ser um bom filme, mas por fugir àquilo que o primeiro me habituou: John McClane a dar cabo dos terroristas sozinho...
Neste Die Hard, o objectivo é impedir que os aviões do aeroporto despenhem, dado que uns terroristas tomaram controlo do mesmo; John McClane vê-se obrigado a fazer tudo para salvar os aviões, principalmente porque a sua mulher vai num deles.

Daí, o objectivo é conseguir comunicar com os aviões (dado que os terroristas dêtem esse controlo) para os avisar da situação.

John McClane ignora a polícia e os seguranças do aeroporto e decide fazer as coisas por si próprio.

A acção apenas aparece na parte final, devo dizer que o final foi a parte que me agradou mais; o momento "Yippee Ki Yay Motherfucker!" neste Die Hard, também na minha opinião, melhorou em relação ao anterior.





Resta-me dizer que o primeiro Die Hard é superior em practicamente todos os aspectos, desde à acção até manter o espectador preso ao ecrã.

Este Die Hard é um bom filme, porém não é totalmente "Die Hard", pois a mim, vejo-o da perspectiva de um Thriller...

Nota: 8.1/10

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Forza Motorsports 3 com direito a demo!



É verdade, o melhor simulador de automóveis desta geração vai ter a demo no dia 24 de Setembro, exclusivamente no LIVE Marketplace.
Forza Motorsport 3 é o mais recente título da excelente série de automóveis aclamada pela crítica, Forza, desenvolvida pela Turn 10 Studios em colaboração com a Microsoft Studios exclusivamente para a Xbox 360, fiquem atentos para mais notícias, vídeos e antevisões no blog do costume!

Crítica do filme "Die Hard"


«Yippe Ki Yay Mothefucker!"

IMDb - 8.3/10

Metacritic - 70/100

Realização - John McTiernan

Género - Acção | Crime | Thriller

Bruce Willis é badass!

Vi o filme há pouco tempo e adorei a sua performace...
E o resto do filme também!

Die Hard, realizado em 1988, conta a história de um grupo terrorista que invade um edifício em Los Angeles na Véspera de Natal e toma posse dele, cortando todos os meios de comunicação com o exterior e fazendo todas as pessoas reféns...
Todas? Não! O polícia John McClane (de Nova Iorque, que veio comemorar o Natal com a família) consegue escapar (parece que estar na casa de banho lhe deu sorte) e cabe-lhe a ele a tarefa de arranjar maneira de contactar a polícia e sobreviver, dado que os terroristas acabam por descobrir a sua presença.

"Vem a Los Angeles, vai ser divertido!" - Ui!, é cá uma diversão!

Aquele que aparentava ser uma Véspera de Natal feliz, tornou-se num cenário de crime e morte e o agente John é que vai ter de acabar com os 12 terroristas... isso mesmo, 12!




Die Hard é o que se aplica a Bruce Willis neste filme; muito difícil de matar!
O filme é cheio de acção e thriller, com uma pitada de drama à mistura.

Nota: 9.5/10

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Análise de: Lost Planet: Extreme Condition (Special Edition)

Na minha viagem a Londres entrei numa Game (sim, existem lá!) e na prateleira das promoções repousava a Special Edition de Lost Planet, lembrei-me então dos trailers do recentemente anunciado Lost Planet 2, decidi levar e o jogo da Capcom não desilude!

Lost Planet é um Third-Person Shooter passado em EDN III, um planeta frio e a mais recente aposta de colonização da raça humana, nós controlamos Wayne, um Snow Pirate que perde a memória depois de lutar juntamente com o seu defunto pai que morreu na mesma batalha, contra um enorme Akrid (as criaturas que habitavam o planeta), chamado Green eye. Wayne é encontrado dentro do seu VS (enormes mechs usados para colonização e combate aos Akrid) por um pequeno grupo de Snow Pirates trinta anos depois, em termos de enredo, Lost Planet não impressiona mas cumpre a sua função, apesar de alguns twists serem... bem, desnecessários.


Vamos ter imensas armas e granadas à nossa disposição


Lost Planet comporta-se como um shooter na terceira pessoal normal, a energia regenerativa é explicada através do Harmonizer, um dispositivo embutido no braço de Wayne, feito pelo seu pai que lhe permite injectar Thermal Energy (T-ENG), Energia Térmica directamente para o seu braço, mas atenção, com o tempo a T-ENG vai se gastando, quando chegar ao zero, os nossos sinais vitais vão baixar até à nossa eventual morte, o que acrescenta uma vertente estratégica ao jogo (acreditem, não vão querer invadir uma base de Snow Pirates inimigos com pouca T-ENG de reserva). Para adquirirmos a tão preciosa T-ENG teremos de a extraír dos Akrid, matando-os ou encontrando Data Posts, pontos de controlo que nos dão acesso a novas partes do mapa.

Com um arsenal que varia de simples machine guns até enormes lança-granadas, Lost Planet revela-se um shooter profundo e bastante divertido, existem imensos tipos de Akrid uns pequenos e frágis, outros do tamanho de arranha-céus, para nos ajudar a combater esses bosses e baddies maiores, temos à nossa disposição os VSs, todos únicos com habilidades diferentes, estes enormes robôs mecanizados são uma delícia de controlar, o meu preferido é o "Tanque-Aranha", as armas (também podemos carregar) são igualmente destruídoras e divertidas de usar, ao nosso dispôr também temos um grappling hook que podemos utilizar para chegar a áreas inacessíveis, salvar-nos caso caímos de um precepício ou até puxar os nosso inimigos para os executarmos fácilmente, uma outra mais-valia na jogabilidade e um excelente gadget.

Visualmente este Lost Planet está bastante bom, até para os dias de hoje, destaque para as delíciosas animações e e efeitos visuais como explosões e o harmonizer a funcionar, os cenários estão engraçados, os designs dos Akrids, Snow Pirates e VS's estão muito bons, mas o melhor mesmo, como já referi, são as animações, estão MESMO excelentes!
No campo sonoro, Lost Planet também está bom, as vozes são competentes e os efeitos sonoros estão muito bons.
A campanha principal em Normal dura cerca de 7-8 horas e depois têm o absurdamente díficil, Extreme Mode e o modo online que já vou falar daqui a pouco, infelizmente, Lost Planet não possui Co-Op, muita pena porque este jogo é excelente para Co-Op, sendo esta a grande falha de Lost Planet.


Lost Planet oferece confrontos altamente épicos!

O modo online, apesar de não ter o ambiente caótico e frenético de Gears of War ou a experiência orgânica de Halo 3, revela-se bastante profundo e estratégico, existem quatros modos, Elimination (um Deathmatch), Team Elimination (um Team Deathmatch), Data Posts (onde as equipas têm de conquistar todos os Data Posts do mapa) e Fugitive (o mais interessante onde um jogador é o fugitivo e os restantes têm de o apanhar), as partidas são, geralmente divertidas mas o tamanho dos mapas é demasiado grande. Depois de cada partida recebemos experiência e subiremos de nível, ao subirmos de nível desbloquearemos novos skins para a nossa personagem, pena é não desbloquearmos abilidades e armas novas.
Lost Planet consegue divertir por uns tempos, com excelentes animações, jogabilidade boa e um multiplayer divertido, está aqui uma boa alternativa ao rei dos Third Person Shooter, Gears of War.

Positivo:

  • Animações detalhadas
  • Explosões excelentes
  • Multiplayer divertido

Negativo:


  • Ausência de Co-Op
  • Sistema de mira pode causar dificuldades

Nota: 68%


Vale a pena gastar 15€ no jogo?
Regra geral, sim

A edição especial vale os custos adicionais?
Dado que pode ser encontrada a um preço igualmente baixo, a resposta é afirmativa

Detalhes do jogo:
Nome: Lost PlanetEditora: CapcomDistribuidora: CapcomPlataformas: Xbox 360 | PS3 | PCGénero: Third Person ShooterModos: Single Player | Multiplayer OnlineRating: M16Metacritic Score: 78 out of 100
Site Oficial do Jogo



quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Crítica do filme "G.I Joe - Rise of the Cobra"







Excelente summer flick, bom filme


Depois do enorme sucesso de Transformers seria de esperar que a Hasbro adaptásse mais outra das suas linhas de brinquedos para o grande-ecrã, desta vez foi o extremamente popular franchise de briquedos nos Estados Unidos, G.I Joe, provavelmente nunca ouviram falar, é normal pois, pelo que sei, não foi comercializado em Portugal, só para terem uma idea, é como o Action Man mas três vezes mais bem-sucedido.

Como é normal neste tipo de filmes, vamos com baixas expectativas mas acabamos sempre por o ver, alguns, felizmente superam as expectativas (Transformers), e Joe está inserido nesse grupo, apesar de não ter sido tão marcante quando o épico de 2007, revela-se superior à sua desapontante sequela (pronto, já disse!!), passemos à sinopse:

Duke Hauser e o seu inseparável companheiro, Ripcord são interceptados por uma organização criminosa desconhecida com acesso a tecnologia de ponta, enquanto transportam as ogivas de Nanomites, a mais recente arma de destruição massiça de James McCullen, o multi- cazilionário negociador e armas e dono da MARS. É aí que os dois companheiros se juntam a uma unidade especial de Elite que ninguém tem conhecimento, os Joes (percebem agora o título do filme?), para recuperar as ogivas. O argumento não é nada de extraordinário, mas nunca apresenta transições bruscas ou quebras ridículas e é na maior parte do filme, bastante descontraído, proporcionando alguns momentos de humor, o desempenho dos actores também não se destaca mas entretém e os efeitos especiais estão bastante bons.

Agora devem estar a pensar, mas então se o argumento não extraordinário e os actores memoráveis, o que há de especial neste filme? É extremamente entretenhedor sem ser muito complexo, simplicidade no seu melhor, outra coisa é o feeling que transmite, do príncipio ao fim, apesar de utilizar vários métodos modernos em termos de guião, não vão deixar de sentir que estão a ver uma animated series dos anos 80, desde a voz e guarda-roupa do cientista da MARS até aos efeitos sonoros das armas e explosões.

Resumindo, GI Joe merece uma boa ida ao cinema descontraída, tanto com a família como amigos que consegue proporcionar divertimento sem grandes diálogos e tramas, excelente para a audiência de Verão.


Nota: 8.2/10


Crítica do filme "The Good, The Bad and The Ugly"


IMDb - 9/10

Metacritic - 90/100

Realização - Sergio Leone

Género - Spaghetti Western

Este já é velhinho... velhinho, mas um clássico; talvez o Western mais aclamado de todos os tempos.

Realizado por Sergio Leone no ano de 1966 e no elenco com o mítico Clint Eastwood, The Good, The Bad and The Ugly, é um daqueles filmes que mesmo que nunca tenham ouvido falar (shame on you!) devem conhecer... Digo isto porque aquela música da "cóboiada" que vocês ouvem em alguns filmes ou cartoons mais recentes, foi feita originalmente para este filme...

Ainda não chegaram lá? Esta música!
Bom, passando à sinopse:

Clint Eastwood regressa no papel do invencível "Homem Sem Nome", desta vez num bando de mais dois pistoleiros (Lee Van Cleef e Eli Wallach) para procurarem uma fortuna em ouro roubado. Mas o espírito de equipa não está muito presente nestes fora-da-lei de convicções fortes, e eles depressa descobrem que o seu maior desafio vai ser manterem-se atentos - e ficarem vivos - num país devastado pela guerra.

O enredo é cheio de traições, reviravoltas, tudo num misto entre a realidade e a ficção...

Clint Eastwood, o Homem Sem Nome, desempenha o papel do Bom (um autêntico badass), Eli Wallach, faz de Tuco, o Vilão e Lee Van Cleef é o Mau, Olhos de Anjo / Angel Eyes.

O filme está muito bem feito em todos os aspectos, devo dizer que para um filme com 43 anos, me surpreendeu em diversos aspectos, pela positiva é claro...

Resta-me mencionar que recomendo vivamente a sua compra já que pode ser adquirido por cerca de 5€ nas lojas habituais.

Entra directamente para o Top 5 do blog

Nota: 9.6/10

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Crítica do filme "Inglourious Basterds"





Foi assim que aconteceu? Duvido...
Filme do ano? De certeza!


Pulp Fiction é o meu segundo filme preferido, por isso as expectativas para o próximo filme de Tarantino já eram altas, quando misturam nazis e Segunda Guerra Mundial, o filme ganha o estatuto de must-see.
Devem estar a perguntar "é realmente um must?", meus caros, É! Inglourious Basterds conta uma história alternativa da queda do Terceiro Reich na França ocupada por nazis numa trama que, ao bom estilo Tarantino, se divide em capítulos, neste caso cinco, apresentados em ordem cronológica (ao contrário de Pulp Fiction).
Ao longo do filme vamos acompanhar a história de vingança de Shoshanna, a jovem judia que viu a sua família executada nas mãos do Coronel Hans Landa (interpretado pelo fabuloso Christopher Waltz), agora dona de um cinema que planeia incendiar durante a estreia de "O Orgulho da Nação" onde estarão presentes todos os "Big Bosses" do Terceiro Reich, incluindo Hitler. E as aventuras do Tenente Aldo Raine (Brad Pitt) e os Sacanas, com a ajuda da agente dupla Bridget von Hammersmark (Diane Kruger), uma unidade especial que actua nas linhas inimigas e cujo único objectivo é erradicar todos os nazis, planeando também rebentar com o cinema.
O fabuloso enredo, que, como é habitual num filme de Tarantino tem sempre uns twists e surpresas excelentes, nunca há um momento morto no filme e mesmo personagens secundárias e figurantes têm um papel muito importante na história, mas é nos diálogos que este filme brilha, apesar de ter a sua dose de violência, Basterds tem imenso e delicioso diálogo que não seria a mesma coisa se não fosse interpretado por excelentes actores, destaques para Christopher Waltz e Brad Pitt, que até agora foram as melhores performances deste ano (sem tirar mérito ao resto do fabuloso elenco).
Resumindo, este filme, para mim foi o melhor filme do ano até agora e é capaz de se equipar a Pulp Fiction, excelente filme em todos os aspectos e nem sequer falta uma pequena narração feita pelo inconfundível Samuel L. Jackson, um verdadeiro must see!

Nota: 9.5/10

sábado, 5 de setembro de 2009

Live Action Trailer de Halo ODST


Preparem-se... Um dos trailers mais BRUTAIS dos videojogos que vocês já viram foi lançado!
E é da épica saga Halo! Apenas... VEJAM!