quarta-feira, 29 de abril de 2009

Análise do Filme Know1ng / S1nais do Futuro

«por RB»


Depois de entrar na bilheteira do cinema, tive a certeza que queria ver Know1ng / S1nais do Futuro. Altas expectativas com o filme, desilusão certa. O filme tem um argumento muito interessante, o facto dos números serem datas de catástrofes, mas que porém, perto do final, começa a perder alguma coêrencia que seria necessária para a sua nota ser mais elevada. Apesar dessa incoêrencia afectar a sua estrutura, o filme continua a ser interessante e tem efeitos especiais muito bons.
O enredo é um tanto esquisito, confuso com toques de ficção e fantasia á mistura que são necessários para que a película não perca o seu encanto... que não é muito...


O que será que acontece quando os números acabam?



Nota: 5.5/10

sábado, 25 de abril de 2009

Análise do filme Green Street Hooligans


«por RB»


Resolvi ver um filme que a minha professora de inglês me pediu para levar e para vermos na aula, filme esse sobre "desporto" (talvez desporto não seja a palavra correcta). Green Street Hooligans conta a história de um jovem estudante de jornalismo, que por ser acusado injustamente de um crime que não cometeu (o filme só fala disto nos primeiros 5 minutos) e vai viver para Inglaterra, onde conhece "os gangs" chamados Hooligans que amam o futebol, onde se acaba por envolver, mas porém, adora! Um filme excelente!


Nota: 8/10

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Mais detalhes sobre Bioshock 2

«por RB»

Aqui fica um vídeo que revela mais detalhes sobre o jogo que é um dos mais aguardados (provavelmente o mais aguardado) por mim para este ano.
Segue o link (estou com problemas em colocar o vídeo):

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Gameplay de Batman: Arkham Asylum

«por RB»

Encontrei um vídeo comentado por um dos produtores do jogo que mostra uma gameplay numa Challenge Room do jogo Batman: Arkham Asylum. Eu estou muito entusiasmado com este jogo, aliás, gostei bastante das nossas capacidades enquanto Batman; temos um sistema de cover, um arsenal extenso, uma visão de predador, uns takedowns fixes... o melhor mesmo, é verem o vídeo.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

We didn't start the Flame War - Um vídeo para que todos contribuímos

«por RB»

Estava eu na minha rotina de pesquisas quando encontro um vídeo genial do CollegeHumor. O vídeo usa os comentários dos utilizadores e faz uma música simplesmente GENIAL!
Este vídeo é um must-see!

Crítica do filme Crank

«por RB»

Nesta semana um amigo meu falou-me num filme que "o actor era o gajo do Transporter e tal... precisava de adrenalina para viver e tal..." E eu perguntei-lhe: "Isso presta?" E ele: "É altamente! Eu empresto-te!".

O filme é simplesmente... uma bosta! Das grandes! A história nem tem ponta por onde se lhe pegue, e na realidade é só uma desculpa para ele andar ali a partir tudo e a disparar tiros... Rídiculo!

Se quanto ao espectacular enredo passemos à acção que é o que constitui este filme; é o típico "macho-movie" sem cérebro envolvido, apenas tiros, explosões, droga e sexo.
A representação no geral está razoavelmente boa, nada de mais, mas passa, Jason Statham desempenhou o seu papel muito bem, sem dúvida, mas no geral, o filme deixa a desejar.

Nota: 6.7/10

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Efeito especial Jumper

«por RB»

Ora, como presumo que saibam, eu gosto bastante de cinema, e uma das coisas que mais me interessou foi a maneira de como as coisas "apareciam" no ecrã. Heróis a voar, balas em câmara lenta, teletransportes e etc... tudo isso foi já há muito tempo, quando era novinho. Faz justamente um ano que comecei a trabalhar com programas de edição de vídeos mais profissionais (Movie Maker não incluído) e comecei a querer saber mais sobre cinema. Então comecei a trabalhar com Sony Vegas Movie Studio. Apesar de todo o leque de possibilidades que fornecia, eu sentia a necessidade da ferramenta "Mask". Por isso passei para Sony Vegas Pro. E até hoje é esse o meu programa de eleição, já que tem conseguido fazer praticamente tudo o que necessitava. Um dia deses resolvi fazer um efeito de teletransporte muito básico. Até que nem saiu muito mal, tendo sido o meu vídeo mais visto e comentado, mas sempre soube que não era nada de especial.
Comecei então a sentir a falta de um programa que me permitisse fazer este efeito mais realista, já que na minha curta metragem, o mesmo será utilizado. Então tinha o After Effects CS4. Todo contente, confiante de faria um efeito bem melhor, instalo o programa e qual não é o meu espanto quando me aparece uma caixa de diálogo a dizer que necessito de 1GB de memória RAM. Visto que o meu PC já é velho (cerca de 6 anos), esqueci isso e voltei para o Vegas. Então, algum tempo mais tarde, um amigo diz-me que instalou o After Effects tendo só 512 mb de RAM, como eu. Peço-lhe o programa e ele dá-me. Então ao ver aquilo, bateu-me: "Porra! Que burro! O que eu tinha era o CS4!! O CS3 só necessita de 512 mb! Como é que não me lembrei disso?". Isto tudo passou-se há cerca de 1 mês; agora também uso After Effects, mas só quando existe alguma coisa que não consiga fazer no Vegas. E essa coisa foi o efeito realista do filme "Jumper". Comecei a trabalhar com aquilo e acho que fiz um efeito bem fixe.
O que acham?

domingo, 12 de abril de 2009

Análise de Inkheart / Coração de tinta

«por RB»

Ontem fui ao cinema e como não haviam filmes que me chamassem à atenção, e visto que tive 5 minutos para escolher qual queria ver, escolhi Inkheart, um filme de fantasia onde existem pessoas com um dom; o dom que quando lêem alto, acontece na realidade o que elas lêem, ou então saiem pessoas do livro... porém, sempre que alguém sai, alguém entra. Um filme razoavelmente bom e cheio de fantasia.

Nota: 5.5/10

sábado, 11 de abril de 2009

Primeira gameplay de Bioshock 2 revelada

«por RB»

Foi revelada a primeira gameplay de uma das sequelas mais aguardados deste ano: Bioshock 2: Sea of Dreams. Pelo que podemos perceber, encarnamos um Big Daddy e existem 2 coisas que saltam à vista: o facto de termos um Plasmid numa mão e a arma na outra e sermos capazes de nadar. 
Caso ainda não tenham experimentado o primeiro, que por acaso é só o jogo com a nota mais elevada no blog, podem ver a análise aqui.
Sem mais demoras, fiquem com o vídeo.

 

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Análise - Prince of Persia



«por RB»

Estava eu num centro comercial e dirijo-me a uma das minhas lojas preferidas (apesar dos preços abusivos), uma GAME. Olho à prateleira de jogos para XBOX 360 e vejo lá Prince of Persia por 22.95€. Em baixo estava Assassin's Creed por 12.95€, que para mim, foi o primeiro jogo Next-Gen, isto na altura em que pouco ou nada percebia de jogos.

Fiquei na indecisão:

Um jogo com o mesmo nome que o original, que para mim foi um dos melhores jogos de sempre ou
o jogo que eu considerei na altura como o verdadeiro Next-Gen?

Tanto que adorei de Sands of Time e gostei de Warrior Within e Two Thrones, que acabei por escolher Prince of Persia (PoP).

A UbiSoft desta vez centrou-se em lançar um jogo mais soft, excluindo a violência caracteristica da série anterior. Porém, esta aventura é completamente diferente da triologia original; nesta saga encarnamos um aventureiro do qual nem sabemos o nome durante toda a aventura, mas só temos a certeza de uma coisa: um principe não é de certeza. Aliás, o nosso personagem é uma espécie de ladrão com muito sentido de humor (exactamente o oposto do Prince original) e raras serão as situações em que não diga uma piada ou algo sarcástico, mas muito habilidoso com a espada e extremamente ágil.

O jogo começa quando o nosso personagem perde a sua mula que ia carregada de ouro numa tempestade de areia. Por acidente ele encontra Elika, uma princesa que foge dos "soldados" do seu pai (penso eu de que...) estes "soldados" serão o único inimigo humano que enfrentarão durante o jogo, com excepção do pai de Elika. Elika foge e vocês seguem-na e através de diálogos ela conta-vos toda a história. Um deus mau está solto e consigo espalha a corrupção - o vosso principal inimigo - e o vosso objectivo é pará-lo. Como? Existem campos especiais onde Elika pode usar os seus poderes especiais, tornando esses campos "corruptos" em campos floridos onde os pássaros voam e cantam.

Ora, agora perguntam-se: Elika tem poderes? Que poderes? E esses campos? Qual é a dificuldade?
Vamos com calma: Elika tem poderes; poderes do deus Ozmard (salvo erro) que são os poderes da luz, aliás, vocês são a última esperança do mundo, vocês são a luz!; os campos são sitios dificeis de acessar devido ao facto de haver corrupção espalhada por todo o lado...

Retomando à história: no inicio o nosso personagem (vamos chamá-lo Prince) pouco ou nada conhece de Elika mas que atráves de diálogos vão-se conhecendo e devo dizer, no que toca a este aspecto, os diálogos estão soberbos, tanto as vozes como o tema que eles falam.

A UbiSoft preocupou-se em dar controlo ao jogador sobre o jogo ao contrário da outra saga que era linear. Neste PoP o jogador tem um mapa à sua disposição com todos os campos, nos quais podem marcar os que têm de curar. Poderão saber o caminho a seguir atráves de uma bola de luz que Elika faz e se dirige na direcção correcta.
Outro facto interessante reside na maneira de acessar os campos; os mesmos por vezes estão num sitio onde são inalcançáveis se não usarem um dos quatro poderes de Elika; poderes estes que são "comprados" com Light Seeds, que são nada mais, nada menos que pequenas bolas de luz que aparecem sempre que curam um campo. Cada poder "custa" algumas Light Seeds, por isso é sempre melhor tentarem apanhá-las todas, e se o fizerem ganharão um achievement/trophie.

Depois de terem alcançado o campo pertece-vos a responsabilidade de curá-lo; neste aspecto vocês sentem-se como um verdadeiro herói; a corrupção desaparece e tudo ganha vida. Deslumbrante! Porém, o jogo é softcore, ou seja, não apresenta grandes dificuldades e raramente ficam com aquele gostinho de dever cumprido. Como é dirigido ao público mais jovem, existe uma particularidade: Prince nunca morre. Sempre que está prestes a cair de uma enorme altura, a ser executado por um inimigo ou algo do género, Elika aparece e salva-o mesmo que esteja amarrada por exemplo.

Como hoje é o meu aniversário e tenho muito a fazer, não posso prolongar muito mais esta análise, vou agora apenas referenciar os aspectos técnicos do jogo.

Graficamente é simplesmente deslumbrante. Um efeito ilustrativo, que não é Cel Shading, dá a ideia que nos movimentamos por uma aguarela interactiva, nota máxima!
O som cumpre totalmente com os diálogos dos personagens a serem simplesmente fenomenais e a música sempre perfeita. A jogabilidade não fica atrás e PoP obtem novamente a nota mais alta neste aspecto. O enredo não é linear, dando total liberdade ao jogador de se dirigir onde bem entender.

Claro que existem inimigos que têm de enfrentar ao longo do jogo e é óbvio que não andam com a espada para enfeitar. Temos um botão para ataques acrobáticos, outro para ataques com a espada, outro para ataques com a nossa garra e outro para Elika. Ora aqui, o combate é como uma espécie de filme. Se usarem esses botões com uma sequência que faça sentido, o combo será maior e o dano infligido ao inimigo será superior a um simples ataque. Existem ocasiões em que o inimigo usa vários tipos de protecção e nessas ocasiões só poderão usar uma arma, até impedirem o inimigo de usar essa protecção.

Resumindo, Prince of Persia destaca-se nesta geração, não só pela inovação no quesito gráfico, como toda a sua essência dos contos das 1001 noites. Apesar de toda a sua grandiosidade, Prince of Persia não superA Prince of Persia: Sands of Time.

Positivo:

  • Gráficos e estilo visual muito cativante
  • Diálogos
  • Banda sonora
  • Elika
  • Sentido de humor de Prince
  • Combate espectacular

Negativo:


  • O jogo deveria chamar-se "Princess of Persia" já que o nosso protagonista não é nenhum principe e Elika é uma princesa
  • Campanha algo curta, podendo ser completa em 10 horas
  • Sentido de humor do Prince (também é um ponto negativo porque ele é um idiota)

Nota final: 86%

Vale a pena gastar 30€ no jogo?
Meh...

Detalhes do jogo:
Nome: Prince of Persia
Editora: UbiSoft Montreal
Distribuidora: UbiSoft
Plataformas: XBOX 360 PS3 PC
Género: Aventura Plataformas
Modos: Single Player
Rating: +12
Metacritic score: 81 out of 100