quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Gráficos nos videojogos

«por RB»

Hoje em dia, um aspecto que a maioria dos gamers tem sempre em atenção são os gráficos. Os detalhes de qualquer título videojogável, hoje em dia, tem de ser excelentes, visto que as máquinas de nova gerção tem muito potencial. Claro que existem excepções, como é o caso de Counter Strike, que não possui gráficos de maravilhar qualquer um, mas que garante muita diversão.

Sendo assim, fica uma lista de jogos que eu considero que tenham gráficos excelentes 
e informação sobre os mesmos.
Nome: Mirror's Edge
Plataformas: XBOX 360 | PS3 | PC
Melhor elemento gráfico: Efeitos de luz 

Mirror's Edge é um dos meus jogos favoritos e como tal, encontra-se uma análise disponível no blog, se estiverem interessados. Passando ao que interessa, Mirror's Edge é uma obra de qualidade gráfica excelente. Apesar das texturas não apresentarem elevado grau de pormenor, os efeitos de luz são soberbos; dos melhores da história dos videojogos; vejam só que de vez em quando até paro só para apreciar a enorme qualidade gráfica deste jogo. Este jogo sem dúvida possui gráficos fantásticos e utiliza bastante as cores primárias, como azul, amarelo, vermelho e muito branco.

Nota final: 9.6/10


Nome: Bioshock
Plataformas: XBOX 360 | PS3 | PC
Melhor elemento gráfico: Água

Bioshock para mim, é um jogo quase, quase, quase perfeito! Tem tudo mesmo: gráficos, som, jogabilidade, enredo, emersão, tem tudo!
A qualidade gráfica de Bioshock é inquestionável! Bioshock pode ser considerado o 1º ou 2º jogo com melhores gráficos para as consolas (nomeadamente a XBOX 360). Os gráficos são soberbos, o efeito da água no jogo é simplesmente impressionante. As texturas são fabulosas, apresentando elevado grau de pormenor assim como todos os elementos gráficos de Bioshock. Nada contra!

Nota final: 9.8/10

Nome: Gears of War (série)
Plataformas: Gears of War - XBOX 360 | PC  / Gears of War 2 - XBOX 360
Melhor elemento gráfico: Texturas

Um dos pontos mais altos de Gears of War é, sem dúvida, o quesito gráfico. Muitos sites na Internet atribuíram a Gears of War o prémio de jogo com melhores gráficos. Sem dúvida que GoW possui gráficos estrondosos, tanto em texturas como em iluminação. Os detalhes estão fabulosos! Lembram-se de ter dito que Bioshock podia ser o 1º ou 2º jogo com melhores gráficos nas consolas? Se para vocês Bioshock for 2º, então GoW estará em primeiro, ou vice-versa. Para mim estão os dois fabulosos, por isso têm a mesma nota.

Nota final: 9.8/10


Estes são os 3 jogos com uma qualidade gráfica, que para mim, é excelente. Vamos esperar por God of War 3 para ver se supera Gears of War, e consegue ter a nota máxima.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Lançamento de Mirror's Edge 2D

«por RB»

Foi "lançado" virtualmente a versão 2D do jogo Mirror's Edge, que teve honras especiais no RB apresenta (se estão esquecidos cliquem aqui). O jogo é gratuito e contém 3 níveis. Os controlos são os mesmo da BETA, mas os próprios criadores disseram: "Mirror's Edge 2D Beta released". Isto porque para eles aquilo ainda é uma BETA porque tem ligeiros bugs. Eu gosto bastante, e vocês?

Análise - Slumdog Millionaire / Quem quer ser Bilionário?

«por RB»

Slumdog Millionaire foi o filme que arrecadou mais óscares este ano, batendo por completo os seus adversários. Ontem tive a oportunidade de ver o filme e, sinceramente, está incrível, demonstra uma realidade suja e dura que muitas das vezes é ignorada pelas grandes produções; como tal, há que louvar o realizador de Trainspotting pela sua abordagem. No entanto, tenho um problema com este filme: é demasiado inspirador. Não que eu tenha algo contra filmes inspiradores, para mim, o melhor filme deste ano foi o The Dark Knight, que apesar de trágico, não deixa de ser um filme que se pode designar como 'empowering', no entanto, no caso de Slumdog Millionaire, a nota final é de um amor impossível que não é tão assim tão impossível quanto isso, e este é um cliché, que apesar de ter tido um desenrolar muito bem alcançado, eu não consigo ultrapassar completamente. Pondo isto de parte, acho que é um filme digno de muita atenção e comentários. Não me vou alongar muito mais pois tenho sono, mas fica aqui o plano geral daquilo que achei: Bom filme, bom elenco, mensagem assim-assim, não é o melhor filme do ano, não merecia Óscar. Vale a pena ver.

Nota: 8.3/10

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Novo trailer de Singularity

«por RB»

Foi disponibilizado um trailer de um jogo intitulado Singularity da Raven Software. Pelo que parece podemos manipular o tempo (tal como em TimeShift). Uma escada partida? Anda-se para trás no tempo para que fique inteira. Um inimigo humano a chatear? Tornem-no bebé novamente! Parece-me muito interessante! E a vocês?



Análise - Gears of War 2


                          «por RB»
"É graças a estes jogos que me orgulho de ter uma XBOX 360!"

Desta vez vou mudar um pouco a estrutura das análises e os "Prós" e os "Contras" chamar-se-ão Positivo e Negativo e aparecerão no fim, de modo a começar logo a análise e depois resumir.

Gears of War 2 é a sequela do estrondoso sucesso que foi Gears of War, um dos melhores 
Third-Person-Shooters (TPS)de sempre, devido ao seu imbatível sistema de cover. A saga foi desenvolvida pela EPIC em parceria com a Microsoft, e como é de prever é um exclusivo XBOX 360 (algo que a maioria de vocês já deve saber).

Para quem perdeu o primeiro capítulo (que é grandioso também), permitam-me informar-vos que GoW se desenrola quando uns aliens chamados Locust invadem a Terra dominando-a quase totalmente. Felizmente, existe alguém para se opôr, as Forças de Coligação (COG)
que são um exército constituído pelos soldados, os Gears. Infelizmente, os Locust são em demasia e os Gears não são suficientes para fazer frente, mas conseguem garantir que ainda sobrevivem.

Entrando na história do segundo capítulo, o jogo começa no hospital de San Jacinto (a cidade), e, tal como no primeiro capítulo, como não podia deixar de ser, controlamos Marcus Fenix, um dos Gears (mas vocês já devem saber esta treta toda não?)

O que se nota nesta edição, logo após disparar sobre um Locust, é que a cor do sangue é mais viva, o que até fica melhor em comparação ao primeiro título. Graficamente está excelente, sendo possivelmente, o jogo com melhores gráficos de sempre (até hoje claro!), mas não se nota a clara evolução como em GoW. Mas não esperem que esteja tudo igual; as expressões e caras das personagens estão melhores ainda, o "desmembramento" (chamemos-lhe assim) está ainda melhor e existem algumas novidades que falarei mais adiante.

Presumo que saibam que GoW é quase de certeza o TPS com melhor sistema de cover no mercado; fiquem a saber que neste aspecto nada mudou, o que mudou foi o facto de quando ficarem down poderem arrastar-se, o que dá jeito no multiplayer, já que no single player não existe a possibilidade de ficar down, o que faz sentido, visto que a IA dos nossos camaradas é igual à dum pneu dum carro. Vejam só; estava eu no início do jogo (creio que ainda no hospital de San Jacinto) e estou em pleno campo de batalha contra uma enorme horda de Locust's. Como já estava com a caveira no meio do ecrã quase cheia voltei para o corredor a fim de me abrigar; qual não é o meu espanto quando vejo o meu camarada com uma sniper, a fazer pontaria, e a disparar contra uma parede! HELLO! Ou era atrasado ou era... atrasado!

Mas também não esperavam que a única novidade foi o facto de poder-mos arrastar-nos pois não? Claro que temos armas novas e versões evoluídas de armas, como é o caso da HammerBurst 2.0 (preferia a primeira).

Temos um lança morteiros, que não é nada mais, nada menos, que a arma mais poderosa do jogo. Passo a explicar; usamos o LT e apoiamos o lança morteiros, usamos o analógico para a pontaria
e o RT para calcular a distância, quanto mais tempo pressionarem, mais longe irá. Depois de dispararem o tiro sairá para o céu, numa recta curvilínea e quando está prestes a cair, divide-se em vários matando de imediato quem esteja por baixo.

Temos um lança chamas que também é muito poderoso, mas somente em combate próximo, já que o seu alcance não é muito grande, o que faz todo o sentido.

Também temos a HammerBurst 2.0 que desta vez dispara tiro-a-tiro, ao contrário da primeira que disparava uma sequência de balas, parava, e disparava novamente. Eu sinceramente, nunca uso a HammerBurst, não gosto, nunca mesmo. A HammerBurst original, na minha opinião, era melhor.

Outro factor que não me agradou foi o facto de em vez das 660 munições para a Lancer, o nosso limite passa a ser 550, o que por vezes pode fazer a diferença entre viver ou perder.

A par de novas armas, temos novos inimigos, e vai já uma informação: neste jogo (ao contrário do primeiro) não existem Berserkers. Temos novos inimigos que transportam escudos e uma maça e são dos mais fortes; basta um golpe e já se foram! É sempre bom estar "beeeem" afastado deles, sendo a melhor solução disparar-lhes para os pés ou apanhá-los por trás, mas não esperem que os consigam vencer assim!

Outra novidade consiste no facto de podermos usar o inimigo que está down como escudo humano (ou "Locustiano"), e depois de ficar sem utilidade, basta partir-lhe o pescoço.

No multiplayer temos velhos e novos modos:

Warzone - Duas equipas e enfretarem-se até uma acabar (tipo Team Deathmatch)

Execution - Igual a Warzone, mas é necessário executar os oponentes

Annex - Duas equipas com uma zona do mapa para controlar (que muda), respawns infinitos até uma atingir a pontuação necessária

Wingman - Equipa com dois elementos iguais (dois Marcus, dois Dominic's...) tentam eliminar as outras equipas

Submission - Consiste em levar um NPC activo até à nossa base (estilo "Capture the flag")

Guardian - Duas equipas, dois líderes. Enquanto o líder estiver vivo os respawns são infinitos,
 quando morrer, é igual a Warzone.

King of the Hill - Igual a Annex, mas apenas com um local para controlar (que muda quando se inicia um novo jogo), com respawns infinitos excepto quando estamos a defender o local.

Horde - Uma equipa tenta combater sucessivas ondas de Locust's (máx.50) que vão aumentando (de dificuldade) a cada onda. Quando todos morrerem, acaba.

Também existe a possibilidade de jogar em co-op a dois.

Agora falando nos aspectos técnicos.

Graficamente, como foi referido anteriormente, está deslumbrante; os efeitos de iluminação são muito bons, as texturas estão espantosas e os detalhes fabulosos! O único defeito é o facto de existir o "bug" que nos permite pôr parte da nossa arma pela parede.

A jogabilidade é fenomenal. O sistema de cover é excelente e duvido que encontrem melhor. É super simples e super divertido jogar GoW.

O som está num patamar altíssimo, graças, essencialmente, aos diálogos dos personagens que roçam a perfeição. Além do mais, GoW2 possui músicas verdadeiramente espectaculares e os personagens são muito carismáticos. Outro factor excelente reside nas frases que os mesmos
dizem. "That's a lotta juice!"; "That gotta hurt!"; "Stop screaming like a little girl!", e muitas mais, são frases que ficarão na nossa memória por muito tempo.

GoW2 é um jogo que no modo de campanha dura cerca de 12 horas, isto na dificuldade Hardcore, que até à data foi a única que joguei, mas agora que desbloquiei Insane é certo que dure mais. Mas o que aumenta a duração de GoW2 é o multiplayer. A inclusão do modo Horde também garante mais umas horitas de diversão. Mas como nem tudo é perfeito, GoW2 sofre de um problema que o seu antecessor não sofria: o matchmaking. Se jogarmos em Public podemos ter de esperar 15 minutos para começar a jogar em vez dos 3-5 minutos de GoW.

Agora uma pequena nota: existem achievements que para os desbloquearem terão de jogar bastante:

Seriously 2.0 - Kill 10,000 enemies
Party is like 1999 - Play 1999 rounds of multiplayer





Positivo:


  • Gráficos de encher os olhos. 
  • Sistema de cover fabuloso.
  • Diálogos verdadeiramente fantásticos. 
  • Inclusão de novos modos multiplayer. 
  • Diversão garantida!
  • "That's a lotta juice!"


Negativo:


  • Processo do matchmaking em Public pode ser algo demorado.
  • IA dos colegas

Nota final: 96%                                                                                                                                                                         


Vale a pena gastar 70€ neste jogo?
Não. Só se fores um cabrão endinheirado. Jogos não se compram por 70€. 

Detalhes do jogo:
Nome: Gears of War 2
Editora: EPIC 
Distribuidora: Microsoft
Plataformas: XBOX 360
Género: Third-Person-Shooter / Acção
Modos: Single player | Multiplayer online | Co-op

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Análise - Call of Duty 4: Modern Warfare

"por Alex" [editado por RB]
Prós:
Os gráficos são excelentes. A jogabilidade é excepcional, assim como o modo online.
Contras:
O modo de campanha é curto, durando cerca de 6-7 horas. A inteligência artificial dos inimigos não é como se esperava.


Call of Duty 4 é um dos melhores episódios da saga, baseando-se, desta vez, na guerra moderna. Com isto temos a introdução de novas coisas, tais como lasers e visão nocturna.

Os gráficos em COD4 são excelentes, embora não se possam comparar a um Crysis ou a um Gears of War. A jogabilidade é muito boa, visto que é bastante simples de se jogar e controlar o nosso personagem. O som consegue acompanhar os dois critérios mencionados anteriormente; o som das balas, explosões (etc...) está muito bom, as músicas «épicas» (se é que me entendem) favorecem neste ponto CoD4.

A Inteligência Artificial é outro ponto que deixa a desejar. Os inimigos podem ser tremendamente estúpidos (isto no modo single player), apenas mudando a sua atitude quando jogamos na dificuldade máxima.

Mas sem dúvida que um dos pontos fortes de COD4 é o modo online. Possuindo 13 modos online, COD4 destaca-se neste critérios devido à ausência de muita lag (o que não quer dizer que ela não exista) e pela variedade dos modos.

A diversão é outro critério dos FPS's. Neste aspecto COD4 cumpre, já que é um jogo que dificilmente nos cansaremos de jogar (principalmente online).

Ranking:
Gráficos: 9/10
Jogabilidade: 9.4/10
Som: 9.4/10
Diversão: 9/10
Multiplayer: 9.1/10


Total: 9/10

Análise final:
Call of Duty 4 é um dos melhores da série (senão o melhor), que apesar dos seus defeitos consegue ser um grande jogo.
Vale a pena gastar 40€ neste jogo?
Sim

Detalhes do jogo:
Nome: Call of Duty 4: Modern Warfare
Editora: Infinity Ward
Distribuidora: Activision
Plataformas: XBOX 360 | PS3 | PC
Género: First Person Shooter
Modos: Jogador individual | Modo online | Split-screen offline
Site oficial do jogo

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Novo membro no RB apresenta

por RB

Visto que uma pessoa não consegue passar a vida aqui e não tem todas as consolas do mercado, resolvi pedir a um amigo para fazer parte do meu blog, e ele aceitou. Chama-se Alexandre e é possuidor de uma PS3 e está disposto a ajudar-me por aqui. Ele vai estrear-se fazendo uma análise do seu jogo favorito, Call of Duty 4: Modern Warfare, um dos melhores de 2007. Como devem ter reparado, no início desta notícia aparece "por RB", porque agora não sou só eu que escrevo; quando for o Alex a escrever, irá aparecer "por Alex". Espero que ele goste disto e que continue para que evoluamos para mais e melhor. A seguir fiquem com a análise de Call of Duty 4.

Critérios das análises

Como devem ter reparado, as análises que são publicadas têm sempre critérios diferentes; uma tem o critério «Diversão», enquanto outra tem «Longevidade»; e vocês perguntam-se porquê? Porque os jogos não são iguais, ou seja, interessa muito mais a história de um RPG do que a história de um jogo de corridas, estou certo, não? Para não existirem confusões vou elaborar os critérios que serão seguidos nas análises (talvez se abra uma ou outra excepção).
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Género: "...."
Ex. de jogos: ( .....)
Critérios: "........"
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Género: Aventura/Acção
Tomb Raider, Prince of Persia, Assassin's Creed...
Critérios: Gráficos
Jogabilidade
Som
Longevidade
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Género: First Person Shooters
Halo, Call of Duty, Medal of Honor...
Critérios: Gráficos
Jogabilidade
Som
Diversão
Multiplayer
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Género: Third Person Shooters
Gears of War, Dead Space, Resident Evil...
Critérios: Gráficos
Jogabilidade
Som
Diversão
Longevidade
(Multiplayer*)
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Género: First Person Platformers/First Person Puzzles
Mirror's Edge/Portal...
Critérios: Gráficos
Jogabilidade
Som
Diversão
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Género: Hack n' Slash
Ninja Gaiden, God of War...
Critérios: Gráficos
Jogabilidade
Som
Diversão
Longevidade
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Género: Beat 'em up/Luta
Street Fighter, Dead or Alive, Tekken...
Critérios: Gráficos
Jogabilidade
Som
Diversão
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Género: Condução arcade
Need for Speed, Burnout, FlatOut, Pure...
Critérios: Gráficos
Jogabilidade
Som
Diversão
Multiplayer
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Género: Simulador de condução
Forza Motorsport, Gran Turismo...
Critérios: Gráficos
Jogabilidade
Som
Multiplayer
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Género: Role Playing Game
Fable, Fallout, Lost Odyssey, Tales of Vesperia...
Critérios: Gráficos
Jogabilidade
Som
Enredo
Longevidade
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Género: Desporto
Fifa, PES, NHL, 2K9...
Critérios: Gráficos
Jogabilidade
Som
Diversão
Multiplayer
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*Critério facultativo


Posso ter-me esquecido de algum género, caso ele aparece, pô-lo-ei aqui, ou então se sabem qual é que falta, deixem um comentário =)

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Crítica do filme The Dark Knight



"WHY SO SERIOUS?!"

Vamos lá começar... OMG WTF BEST SHIT EVER!! The Dark Knight, uma metáfora para um vigilante anti-herói, que devido a um incidente que presenciou enquanto criança o tornou naquilo que viria a ser. O herói que Gotham merece... Mas não o que precisa...

Harvey Dent, procurador da câmara de Gotham, têm feito um trabalho esplêndido e tem posto muita gente da Máfia atrás das grades. Claro que enquanto Dent trata deles em público, Batman atinge-os de noite, perseguindo-os, destruindo-os... Eles entram em desespero... E o desespero pode alterar tudo, até ao ponto de os criminosos mais poderosos de Gotham recorram a um homem que não conseguem compreender... estamos claro a falar do palhaço mais adorado de sempre. E claro que por palhaço, entende-se psicopata assassino sem escrúpulos que mete maquilhagem na cara para ser ainda mais assustador.

 


Joker, tão conhecido vilão, aliás, a sua rivalidade com Batman, é, incontestavelmente, a melhor de todas entre 'herói-vilão'.
Joker, interpretado pelo falecido vencedor de Óscar Heath Ledger, é, talvez até mais que Batman, o centro das atenções do filme. Um homem que ninguém compreende, com um passado pouco nítido, com várias versões, completamente louco e psicótico, mas altamente inteligente e eficaz. Um homem sem identidade, que sofreu as injustiças do mundo, e agora, quer transmitir uma moral... "Everything Burns!"



Acho que este filme triunfa por ser tão diferente dos restantes filmados de heróis de banda desenhada. O que têm aqui é um policial, um thriller, um drama (tendo, obviamente, a sua quantia de acção) que utiliza uma narrativa que tem como plano de fundo uma crítica social e um ideal utópico (Joker e Batman, respectivamente) para criar um ambiente tenso, negro e complexo. Nenhum personagem aparece a duas dimensões e isso é algo que temos de respeitar, pois este é um feito muito raro nos dias que correm.

A sequela a Batman Begins acaba por, inevitavelmente, ser menos centrada em Batman e ter mais ramificações e mais personagens secundários, havendo até um bom segmento despendido à sua relação com Rachel Dawes e o Comissioner Gordon.

Mas nem tudo é um mar de rosas. Sinto-me algo desiludido com a falta de violência gráfica, visto que Joker, sendo o filho da puta deturpado que é, apesar de ter uma presença tenebrosa e 'chilling', nunca deixa um grande rasto de sangue para trás, o que é algo que eu creio que deveria ter sido feito (mas pronto, o filme é PG-13, o que é que se pode esperar), visto que nos comics, a sua mestria com pés de cabra é eloquentemente demonstrada. Para além disso, Gotham City não parece Gotham City. Em Batman Begins, a cidade da escumalha estava melhor alcançada (longe de perfeita, sendo que em fan-films já vi melhores atmosferas), mas no Cavaleiro das Trevas, esta parece ter sido substituída pela mais citadina e urbana metrópole de Chicago. Não que seja necessariamente uma coisa má, mas para mim, Gotham City é suposto ser um antro de pedófilos e psicopatas, onde chove todos os dias e cada curva precede um crime violento.

Heath Ledger, Christian Bale, Morgan Freeman, Michael Caine, enfim, um elenco espectacular com actuações esplêndidas, cenas de acção intensas, música espectacular, screenplay muito bom e uma história que vos fará pensar e reflectir sobre a organização da sociedade e acima de tudo, do indivíduo. Afinal de contas, quão leal é um cão esfomeado?




Christopher Nolan está de parabéns por ter realizado uma obra prima do cinema, e não se metam com estereótipos, não se metam com merdas, este não é o típico filme de super-heróis como o Homem-Aranha.

Mas agora...

LET'S PUT A SMILE ON THAT FACE!




" Excelente em todos os aspectos.
Heath Ledger esteve brilhante.
Lendário. "

Nota: 9.9/10


" Profundo e intrigante...
Joker sobressai e realça-se
mais do que o próprio Dark Knight "

Nota: 9.9/10

Nota Final: 9.9/10

Nota: The Dark Knight também inclui o melhor truque de magia de sempre.